Avaliação Multidimensional
Avaliação multidimensional é feita através de um atendimento clínico especializado no cuidado integral da pessoa idosa, com foco na promoção da saúde, prevenção de doenças, manutenção da autonomia e melhoria da qualidade de vida, considerando não apenas aspectos físicos, mas também cognitivos, emocionais, sociais e funcionais.
Como é a consulta?
A consulta é realizada com empatia, ética e foco no bem-estar global do idoso, respeitando sua individualidade, autonomia e trajetória de vida. Trata-se de um momento de escuta, acolhimento das demandas trazidas pela família, pelo paciente e avaliação integral do idoso. Com uma abordagem centrada na pessoa, o objetivo é compreender sua história de vida, condições de saúde e necessidades atuais, promovendo um cuidado humanizado e personalizado.
Objetivos do atendimento
Prevenir agravamentos e hospitalizações.Identificar precocemente alterações cognitivas ou funcionais.
Apoiar o idoso e a família com orientações práticas e educativas.
Planejar um cuidado individualizado e contínuo.
Articular uma rede de profissionais (médicos, cuidadores, terapeutas, etc.).
Promover envelhecimento ativo, saudável e com dignidade.
Quando devo fazer uma avaliação multidimensional?
Em qualquer idade como parte de um cuidado preventivo.
Após eventos agudos que afetem a saúde ou a independência, como quedas, AVC ou internações prolongadas.
Quando surgirem sinais de declínio funcional, por exemplo: dificuldade para atividades básicas (banho, vestir-se) ou instrumentais (ir ao banco, usar celular).
Em caso de múltiplas comorbidades (diabetes, hipertensão, doenças cardíacas) ou uso de vários medicamentos (polifarmácia), que aumentam o risco de interações e efeitos adversos.
Se houver mudanças comportamentais ou emocionais significativas, como isolamento, humor deprimido, confusão ou episódios de agitação.
Quando a família ou cuidadores perceberem queda na autonomia, esquecimento de compromissos, perda de habilidades ou dificuldades na rotina diária.
Ao planejar o início de novos tratamentos, terapias ou adaptações no domicílio, para garantir que o ambiente e as intervenções sejam adequados às necessidades do idoso.
Após eventos agudos que afetem a saúde ou a independência, como quedas, AVC ou internações prolongadas.
Quando surgirem sinais de declínio funcional, por exemplo: dificuldade para atividades básicas (banho, vestir-se) ou instrumentais (ir ao banco, usar celular).
Em caso de múltiplas comorbidades (diabetes, hipertensão, doenças cardíacas) ou uso de vários medicamentos (polifarmácia), que aumentam o risco de interações e efeitos adversos.
Se houver mudanças comportamentais ou emocionais significativas, como isolamento, humor deprimido, confusão ou episódios de agitação.
Quando a família ou cuidadores perceberem queda na autonomia, esquecimento de compromissos, perda de habilidades ou dificuldades na rotina diária.
Ao planejar o início de novos tratamentos, terapias ou adaptações no domicílio, para garantir que o ambiente e as intervenções sejam adequados às necessidades do idoso.