Estimulação Cognitiva
A estimulação cognitiva é um conjunto de atividades e estratégias pensadas para exercitar o cérebro e ajudar a manter ou melhorar as capacidades mentais, como memória, atenção, linguagem, raciocínio e percepção. Essas atividades estimulam o pensamento, a concentração e a compreensão, favorecendo o bom funcionamento do cérebro no dia a dia. A estimulação cognitiva pode ser utilizada tanto para prevenir perdas cognitivas quanto para ajudar pessoas que já apresentam dificuldades, contribuindo para mais autonomia, segurança e qualidade de vida.
Objetivos do atendimento
Prevenir e retardar declínios relacionados à idade ou doenças.Estimular a autonomia e o raciocínio funcional.
Melhorar a autoestima e o bem-estar emocional.
Reduzir o isolamento social e favorecer vínculos afetivos.
Fortalecer conexões neurais, promovendo a plasticidade cerebral.
Como é a consulta?
Os atendimentos de estimulação cognitiva são realizados de forma semanal, podendo ocorrer duas ou mais vezes por semana conforme a necessidade clínica identificada. As sessões são estruturadas, com atividades direcionadas ao fortalecimento de funções cognitivas específicas, conforme as demandas da avaliação inicial.Quando devo fazer uma avaliacao cognitiva?
A estimulação cognitiva é indicada para pessoas com queixas subjetivas de memória, (ou seja, esquecer nomes recém-aprendidos, ter dificuldade para lembrar onde guardou objetos, perder-se em conversas, esquecer compromissos recentes ou repetir perguntas) e também para aquelas pessoas que já têm mais de 50 anos e desejam potencializar suas habilidades cognitivas como forma de prevenção ao declínio associado ao envelhecimento.
E para as pessoas que já tem diagnóstico de demência?
Mesmo após o diagnóstico de demência (como Alzheimer, demência vascular ou outras), a estimulação cognitiva continua sendo fundamental. Ela não interrompe a progressão da doença, mas pode favorecer a manutenção das habilidades cognitivas ainda preservadas por um período mais prolongado, contribuindo para a melhora da funcionalidade, da autonomia e da qualidade de vida.
Mantem a funcionalidade nas atividades diárias, favorecendo a independência.
Reduz sintomas comportamentais, como agitação, apatia ou confusão.
Estimula a linguagem e a comunicação, promovendo a expressão e a escuta.
Cria momentos de conexão e prazer, fortalecendo o vínculo com cuidadores e familiares.
Com o suporte profissional adequado, cada sessão é adaptada à realidade e às capacidades do paciente, respeitando sua escolaridade, sua história de vida, suas preferências, seus limites e valorizando suas potencialidades.